Há 10 anos, a rotina de João Ferreira Rosa é a mesma. Ele sai de manhã do bairro São Conrado, cruza a cidade de ônibus para entregar panfletos na calçada até às 17h. Mesmo com 83 anos, o antigo pescador não reclama da rotina de trabalho na Avenida Afonso Pena. Apesar de todos acharem que lidar com pessoas mal-educadas é um problema, para ele, as amizades que conquistou por ali fazem o trabalho valer a pena e deixam as coisas ruins pequenas. O braço que hoje oferece um papel um dia já derrubou muito mato. Читать дальше...