Por que crimes tão violentos estão ocorrendo dentro das próprias famílias?
Há uma sensação difusa no ar, como se o mundo tivesse perdido um pouco da sua capacidade de conter o próprio impulso destrutivo. A cada notícia, a cada relato sussurrado em mesas de jantar, cresce a impressão de que a violência não está apenas mais brutal — ela está mais próxima. Mais íntima. Mais doméstica. E talvez seja exatamente isso que mais nos assuste: não é mais “lá fora”. Está dentro das casas, das histórias de família, das memórias de infância. Parte dessa percepção nasce da exposição. Читать дальше...