O genocídio israelense em Gaza continua porque é lucrativo. A princípio, a afirmação pode soar contraintuitiva: como pode ser lucrativo explodir 120 civis
atacando escolas usadas como abrigos, ou matar
93 palestinos em centros de ajuda humanitária, ou usar a fome como tática de guerra, como
Israel fez na última segunda-feira (21) ao
atacar armazéns da OMS (Organização Mundial da Saúde)? Genocídio palestino é lucrativo, porque a economia israelense -em particular os setores militar, tecnológico, financeiro e fundiário- está atrelada umbilicalmente à máquina de moer carne
palestina.
É o que diz o relatório da especialista das Nações Unidas sobre os territórios palestinos ocupados, Francesca Albanese, publicado neste mês. De acordo com o relatório, Microsoft, Alphabet, Palantir, Amazon e IBM proveem a base tecnológica para o controle que o regime de apartheid de Israel exerce na Palestina. A americana Lockheed Martin, a italiana Leonardo S.p.A e a japonesa Fanuc, entre outras, fornecem vigilância e robôs para o genocídio.
Leia mais (07/23/2025 - 18h19)