[RESUMO] Autor sustenta que a aceleração da IA cria o risco de que parcelas significativas da população sejam empurradas para uma realidade de segunda ordem, ilusória, baseada em algoritmos e simulação em vez da coexistência com diferentes e da experiência corpórea. Essa tecnologia, argumenta, pode expandir nosso conhecimento e impulsionar o desenvolvimento econômico, mas não deve substituir a convivência humana e a riqueza dos saberes, o que demanda enfrentar o debate sobre o direito à realidade.
Leia mais (08/16/2025 - 23h00)