O acesso ao Ensino Superior está infiltrado com privilégio: a falácia da meritocracia como fórmula regente
O peso da Educação não deve estar no estudante, mas sim no Estado. Ao dizer que a fonte de rendimento das faculdades para pagar aos professores e investigadores das universidades deve ter por base as propinas dos alunos e não ser uma das funções do Estado Português, parece que o Sr. Ministro Fernando Alexandre quer que Portugal deixe de ter alunos e passe a ter “clientes da Educação”