Nestes tempos de Trump, uma pulga nos surge atrás da orelha e pergunta: "E se os EUA que sempre admiramos, de
Frank Sinatra, Scott Fitzgerald e
Marilyn Monroe, só tiverem existido em nossa fantasia? E se nem tudo tiver sido 'Fly Me to the Moon', 'O Grande Gatsby' e 'O Pecado Mora ao Lado'?". É uma pulga mal-informada, porque qualquer estudo elementar da história nos ensina que, quando se trata dos EUA, muito do que de fato importa nunca chega ao nosso conhecimento ou só chega quando não faz mais diferença. Eu, por exemplo, secular fã de Alfred Hitchcock e me julgando uma autoridade no mestre, só há pouco soube de uma história que o envolveu e, não por ele, deveria envergonhar toda uma nação.
Leia mais (09/11/2025 - 08h00)