Jovens portugueses são mais qualificados que os pais mas 69% não ganham o suficiente para serem independentes
Estudo do Conselho Nacional de Juventude dá conta de uma geração instruída, frustrada e mal remunerada, em que a emancipação é ao mesmo tempo um “ideal desejado e um processo adiado” e que vive numa “tensão permanente entre expetativas e realidades”. E que se identifica mais com as políticas da União Europeia do que com as nacionais