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Trump buscou o petróleo na Venezuela e luta por outras riquezas mundiais para não ter o ego ferido

Nos primeiros dias de 2026, os olhos do mundo se voltaram à América do Sul diante da ofensiva dos Estados Unidos na Venezuela que culminou na prisão de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação veio sob a justificativa de que Maduro iria responder por crimes na Justiça Americana, sendo eles: conspiração para o narcoterrorismo, tráfico de cocaína, posse de armas e explosivos e por conspiração  para uso desses armamentos em atividades ligadas ao narcotráfico contra os Estados Unidos.

Porém, o que parecia uma liberdade ao povo venezuelano veio mascarada de intenções explícitas pelo controle das reservas de petróleo do país sul-americano. A Venezuela tem as maiores reservas comprovadas do combustível no mundo, podendo chegar a 303 bilhões de barris, segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opec). Na primeira coletiva de imprensa após a prisão de Maduro, que foi realizada em sua residência particular em Palm Beach, na Flórida, Trump deixou claro que não se preocupava com o povo venezuelano, mas, sim, que as petrolíferas americanas iriam entrar no país para “fazer muito dinheiro”.

Ainda durante o pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que iria “assumir a Venezuela até que possamos fazer a transição de forma segura e justa. Não queremos ninguém assumindo e tenhamos a mesma situação novamente. Nós queremos a paz, liberdade e a justiça para os venezuelanos.”

Apesar das “boas intenções”, o ataque estadunidense foi condenado por diversas nações, que destacaram a ação como “grave” e que “violava a soberania nacional e também a integridade territorial”. Alemanha e China elevaram o tom contra Trump após a ofensiva. O presidente alemão Frank-Walter Steinmeier alertou para o risco de erosão da ordem internacional. Em discurso, ele afirmou que o mundo não pode permitir que a “ordem mundial se desintegre em um covil de ladrões, onde os inescrupulosos pegam o que querem”, em referência indireta a ações unilaterais de grandes potências.

Enquanto isso, Trump brinca de ser um garoto mimado. Daqueles que dão chilique e descartam facilmente as coisas quando não saem conforme o planejado. Ele descartou o interesse de governar o país sul-americano. Neste meio tempo, a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, foi alçada a presidente interina, sendo reconhecida pelas Forças Armadas e Suprema Corte. Apesar disso, a porta-voz do governo, Karoline Leavitt, disse que os EUA estão em “correspondência direta” com o governo venezuelano, inclusive na influência das suas decisões. 

Com isso, há três passos dentro do plano americano para o país sul-americano, sendo o primeiro a busca pela estabilização no país e o último a transição de poder das mãos do chavismo. Enquanto isso, Maduro se declarou inocente em tribunal e afirmou ser “um prisioneiro de guerra”. Ele está sendo defendido por Barry Pollack, que advogou a favor de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, durante anos. 

Durante a uma nova versão da denúncia judicial, o governo de Donald Trump recuou da acusação de que Nicolás Maduro chefiava o Cartel de Los Soles e também suavizou a própria caracterização do grupo, segundo uma análise realizada pelo jornal The New York Times. A nova retórica altera a acusação que foi apresentada em 2020 e que, ao longo do ano passado, foi endossada pela Casa Branca, que cravava que o então presidente venezuelano liderava um cartel de drogas classificado como organização terrorista. 

Maduro e Cilia sob posse de agentes americanos | Foto:  Foto: The Image Direct

No novo documento, Maduro deixou de ser descrito como “chefe de uma organização terrorista narcotraficante” e passou a ser acusado de “participar, proteger e perpetuar uma cultura de corrupção” ligada ao tráfico de drogas, da qual teria se beneficiado financeiramente. Além disso, o Cartel de Los Soles aparece apenas duas vezes e passa a ser descrito como um termo genérico para redes de narcotráfico associadas à elite política e militar venezuelana, e não mais como uma organização hierarquizada liderada por Maduro. 

Essas mudanças reforçam o que estava claro desde o início, mas que ainda há muitos que insistem em não: Trump está atrás apenas de usurpar as riquezas dos países para mostrar que manda por meio da tirania. Além de fazer de tudo para que os EUA não perca o título de “potência mundial”. 

Para reforçar isso, o presidente americano tem flertado toda hora com novos ataques, já declarando publicamente o interesse de intervenção em Cuba, Irã, México e Colômbia. Além disso, afirmou que está disposto, a todo custo, a tomar posse de toda a Groenlândia. Vale lembrar que a ilha faz parte do Reino da Dinamarca. A jornalistas, Trump disse que precisa da ilha “do ponto de vista da segurança nacional.”

E não para por aí: o presidente americano tem se mostrado disposto a fazer tudo para conseguir a posse do território que fica a 3,2 mil km a nordeste dos Estados Unidos. Trump afirma que não importa que a ação coloque em risco a existência da Otan – que é uma aliança militar e política de países da América do Norte e Europa, que foi criada em 1949 e que garante segurança mútua e defesa coletiva. Ao ser questionado sobre a necessidade de aquisição da ilha, Trump disse acreditar que seus “poderes” como presidente dos EUA “se limitam apenas à sua própria moralidade” e que ele “não precisa” do direito internacional.

Em resposta, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen disse que um possível ataque à Groenlândia significaria o fim da Aliança Militar do Atlântico Norte. Diante de tantos cenários, Trump reforça que fará de tudo para manter a soberba falar mais alto dos princípios civis e éticos mundiais, o que nos leva a pensar que isso é o prefácio da Terceira Guerra Mundial, já que, para não ter o ego ferido, Trump mostra que é capaz de exterminar a própria humanidade. 

Leia mais: Mabel termina 2025 com saldo positivo sobre o Legislativo 

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