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Estudante de veterinária é denunciada após ser filmada castrando gato com faca

Vídeo que circulou rapidamente pelas redes sociais colocou uma estudante de Medicina Veterinária de 21 anos no centro de uma investigação por maus-tratos a um gato em Dourados, a 251 quilômetros de Campo Grande. As imagens mostram a realização de um procedimento de castração em condições consideradas inadequadas. O boletim de ocorrência foi registrado na tarde desta terça-feira (10). Conforme o registro policial, um médico veterinário do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), procurou a delegacia após receber o vídeo no telefone funcional da instituição. No relato, ele descreve que uma mulher segura o animal com uma espécie de toalha enquanto outra realiza a castração usando uma faca. Ainda segundo o boletim, é possível ver que não há uso de medicação ou anestésico e que o local e os meios não seriam compatíveis com atividade legal. Ao fim, o vídeo mostra a exibição do que foi retirado do animal. A pessoa que encaminhou o material teria afirmado que a autora do procedimento seria uma aluna do 9º semestre de Medicina Veterinária da Unigra (Centro Universitário da Grande Dourados). Reação de protetores e mobilização - A gravação se espalhou rapidamente e provocou reação de protetores independentes e entidades de defesa animal. Em nota publicada nas redes sociais, organizações repudiaram a conduta atribuída à estudante e também à tutora do animal. O texto afirma que “castração é um procedimento cirúrgico que exige preparo técnico, supervisão profissional, ambiente apropriado e respeito absoluto à vida”. A nota diz ainda que o caso “atinge diretamente a imagem da medicina veterinária”, profissão que, segundo os protetores, é baseada em ciência, ética, responsabilidade sanitária e compromisso com a dor e o sofrimento dos pacientes. As entidades cobram apuração rigorosa pela instituição de ensino, com medidas disciplinares, e questionam como órgãos de fiscalização profissional vão agir diante de condutas que, ainda na graduação, indicariam desrespeito a normas básicas. O texto conclui que “maus-tratos e exercício irresponsável da profissão não podem ser normalizados” e informa que a denúncia está sendo formalizada com provas e identificação dos envolvidos. Nas redes sociais, a vereadora Karla Gomes (Podemos) publicou um vídeo afirmando que procurou o coordenador do curso, que também seria presidente do CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária), e que recebeu a informação de que medidas legais dependem de denúncias formalizadas. No pronunciamento, ela diz que as associações de Dourados se uniram para denunciar e que, como a envolvida “não é médica veterinária formada”, a responsabilização ocorreria por meio do Ministério Público, e pela polícia. “Nós queremos, sim, justiça, mas não queremos ódio”, disse. Ela também afirmou que seguirá acompanhando o caso com associações locais e defendeu conscientização e educação como parte da proteção animal. O  Campo Grande News  conversou com uma protetora de animais na tarde desta quarta-feira. Segundo Marcia Ramos de 57 anos, o vídeo começou a chegar em sequência no celular de integrantes da rede de proteção, acompanhado de mensagens dizendo que “isso aqui não é maus-tratos, não dá denúncia”. Ela afirmou que se reuniu com outras organizações para checar autenticidade e, após confirmar o material e identificar o nome da suspeita, decidiu ir à delegacia. A protetora relatou que o grupo dividiu tarefas e que ela foi para registrar ocorrência, mas encontrou o boletim já feito pelo veterinário do CCZ. Para ela, isso teve peso porque “é um órgão público cobrando uma ação da polícia”. Ela também disse que o caso expõe um problema recorrente para a causa animal, citando ataques e tentativas de deslegitimar protetores. Ainda assim, sustentou que a crítica deve recair sobre a conduta individual da estudante, não sobre a universidade: “A ética é dela. O erro é dela. Ela faz uma faculdade na área e mesmo assim fez isso”. Ela afirmou ainda que, por se tratar de alguém que estuda Medicina Veterinária, a expectativa seria de respeito ao procedimento em ambiente adequado, com anestesia e condições sanitárias. A protetora disse ter entendido que o vídeo teria sido enviado a um grupo fechado de amigos em rede social, e que alguém do grupo teria vazado o material, o que acelerou a viralização na cidade. Segundo o relato, as organizações encaminharam um documento à Unigran assinado por três entidades: Associação Refúgio dos Bichos, Associação AMA e ONG Anjos de Rua. Ela afirmou que buscou o boletim para conferir detalhes e que uma das preocupações do grupo é a origem de eventual anestésico, caso a suspeita alegue ter usado, já que se trata de produto controlado e, conforme o relato, não é vendido a qualquer pessoa. O grupo avalia pedir que esse ponto seja anexado ao boletim, para que a investigação apure eventual aquisição e origem do produto, se essa versão for levantada. No vídeo, o animal aparece contido pela tutora enquanto a estudante realiza o procedimento. O registro inclui reação de dor do animal e, ao final, gestos de comemoração. A gravação também mostra a estudante sorrindo para a câmera, com música ao fundo, identificada como “Undererê”, de Inez Brasil. O que dizem a Unigran e o CRMV -  Em nota oficial, a universidade informou que tomou conhecimento do vídeo envolvendo estudante do curso de Medicina Veterinária e afirmou que o fato teria ocorrido fora das dependências institucionais, “sem qualquer vínculo com atividades acadêmicas, estágios supervisionados, clínicas escola ou projetos” da instituição. Disse que não autoriza, não supervisiona e não chancela procedimentos clínico-cirúrgicos por discentes fora de ambiente técnico adequado, estrutura apropriada e acompanhamento profissional habilitado. A universidade afirmou compromisso com formação técnica, ética e responsável, com observância de diretrizes curriculares, normas de conselhos profissionais e regimento interno. Informou ainda que fará apuração interna, assegurando devido processo, contraditório e ampla defesa, e declarou estar à disposição das autoridades. O CRMV informou que tomou conhecimento do vídeo e que acompanha o caso dentro de suas atribuições legais. A nota afirma que o vídeo evidencia a realização de ato privativo de médico veterinário por pessoa não formada, não habilitada e não registrada no CRMV-MS, o que configuraria exercício ilegal da profissão, com base na Lei 5.517/1968 (arts. 5º e 6º) e no art. 47 da Lei das Contravenções Penais. O conselho disse que fiscaliza o exercício da Medicina Veterinária e da Zootecnia no Estado, zelando pela ética, pelo bem-estar animal e pela saúde pública, e que, havendo indícios de ilícitos penais, a apuração e sanções cabem às autoridades de segurança pública e ao Ministério Público. O documento informa que, com a denúncia formalizada nos canais do CRMV, o caso é registrado e encaminhado a autoridades como o Ministério Público e a Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Atendimento ao Turista) para providências. O conselho também afirmou que envio isolado de prints e mensagens em redes sociais não é suficiente e que é indispensável formalizar a denúncia por canais oficiais, com evidências como link do vídeo, data e hora, local, identificação dos envolvidos e documentos que ajudem a apuração. O comunicado diz ter caráter informativo e não substitui a atuação policial, ambiental e do Ministério Público.

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