Desde a
Educação Infantil, por muito tempo chamada de "maternal", o cuidado e a educação das crianças são exercidos
majoritariamente por mulheres. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a figura da "tia" reforça a ideia de continuidade entre família e escola. Apenas nas etapas finais a presença masculina se amplia, sobretudo em disciplinas específicas;
no ensino superior e nos cargos de gestão educacional, os homens tornam-se ainda mais presentes. Essa
distribuição desigual não é neutra: afeta trajetórias profissionais, padrões de remuneração e reconhecimento social, além de moldar percepções de autoridade e competência dentro e fora da escola.
Leia mais (03/11/2026 - 12h00)