8 pessoas que tiveram o poder de decidir o que é mimimi e o que não é
Que sorte que a gente tem de contar com essas pessoas!
O Washington Olivetto, que chamou "empoderamento feminino" e outros jargões publicitários de clichê. Mas terminou a entrevista comparando mulher a um Porsche.
A palavra pode ser um clichê, mas quando os homens acham que a mulher é comparável a um carro, por mais por clichê que seja, o empoderamento tem que acontecer de algum jeito.
O MC Livinho, ao defender a música "Covardia" da acusação de apologia ao estupro, chamou quem não gostou da letra "família mimimi".
"Vou abusar bem dessa mina
Toma, toma pica tranquilinha
Primeira vez foi covardia
Não te conhecia
Agora toma", diz a letra de "Covardia".
Você não precisa ser um abusador para fazer apologia a um comportamento abusivo. Em um país onde um estupro é notificado a cada 11 minutos, uma letra "brincando" com abuso não é exatamente "criativa" ou "diferente". É apenas cruel.
Este comentarista que teve uma opinião sobre o apresentador Rodrigo Bocardi ter se desculpado depois de comentar sobre uma nova espécie de cebolas que "não faria as donas de casa chorarem".
É mesmo chato viver em um país que precisa corrigir que o trabalho na cozinha não é SÓ da mulher. Mas na hora em que mexer com comida fica glamouroso, aí não tem mais espaço pra mulher na mesa.