O mundo caótico das primeiras padarias de Campo Grande
Esqueça a imagem romântica das padarias atuais perfeitinhas com pão quentinho saindo do forno como se fosse magia. Os primeiros padeiros de Campo Grande, entre farinhas suspeitas, fornos temperamentais e clientes que achavam que sabiam tudo, viviam um caos digno de alguma passagem do inferno descrita por Dante. Turnos intermináveis. Quem narra é um paraguaio de quase noventa anos. Milton Chaparro viveu a dura realidade de uma padaria dos anos cinquenta do século passado. O turno era de 18 horas de trabalho. Читать дальше...