"Eu tinha que implorar, pedir para irem me atender", diz a carioca Mariana (nome fictício), 34. Ela foi internada em abril no IFF (Instituto Fernandes Figueira), hospital ligado à Fiocruz, no
Rio de Janeiro, para realizar um
aborto previsto em lei, depois de ter sofrido violência sexual em fevereiro.
Leia mais (06/22/2025 - 04h00)