[RESUMO] Explorando a tensão entre regra e exceção, o autor argumenta que o desejo de controlar o outro nas relações, amorosas ou não, revela uma dinâmica marcada pelo medo e pela tirania do ego. A cura relacional surge da superação desse modelo patriarcal, por meio de uma entrega ao fluxo da dádiva, da confiança e da alteridade. A crise, longe de ser um problema, é o caminho para vínculos mais íntegros e libertadores, fundados na coragem de ser e de se encontrar.
Leia mais (08/02/2025 - 08h10)