A greve geral também é pelo futuro da nossa economia
Quem compete baixando os custos de trabalho cada vez mais precário desiste de investir na organização, na tecnologia e na qualificação. Se a lei tira poder negocial aos trabalhadores, favorece as empresas menos inovadoras e pune quem aposta na qualidade. O reforço da negociação coletiva, que esta contrarreforma contraria, obriga as empresas que vivem da precariedade e de baixos custos laborais a procurarem outros argumentos competitivos. É isso que nos prepara para o futuro