Ao sancionar o
Orçamento de 2026, o
presidente da República sanciona também a obscena transição no poder do velho patrimonialismo clientelista para o tribalismo predatório e extrativista das novas gerações, atraídas por Bolsa e fortuna política, agora acoitadas no Parlamento. O império da desfaçatez não comporta uma ética da vergonha na cara: os cortes nas verbas da
Capes e do
CNPq foram redirecionados para completar os R$ 61,2 bilhões em emendas. Escândalo que passa batido.
Leia mais (01/03/2026 - 14h00)