Durante meses, ele tentou dar a impressão de que não tinha nenhuma preocupação no mundo. Seu truque mais recente, na televisão estatal, foi
cantar "Imagine" de John Lennon em seu inglês de nível básico. Ele queria "paz, não guerra", prometeu. Afirmou que sua única conversa telefônica com o presidente
Donald Trump, em novembro, foi "cordial". Costumava dizer ao seu círculo íntimo que dormia "como um bebê". Foi tudo um erro de cálculo monumental. Agora, após ser
capturado por forças especiais americanas em
Caracas, capital da
Venezuela, durante uma extraordinária operação noturna no início de 3 de janeiro, ele pode nunca mais dormir no país que governou mal por mais de uma década. Ao final do dia, o ex-presidente da Venezuela,
Nicolás Maduro, estava sendo conduzido como um criminoso pelos escritórios da Administração de Repressão às Drogas dos EUA em Nova York. As acusações pelas quais foi indiciado preveem
pena entre 20 anos e prisão perpétua.
Leia mais (01/05/2026 - 09h15)