O mundo voltou os olhos para a
Venezuela nesta semana depois de uma
operação militar liderada pelos
Estados Unidos. A notícia correu rápido, acompanhada de reações previsíveis: indignação de uns, silêncio estratégico de outros, discursos inflamados sobre soberania. Mas, passada a espuma do noticiário, talvez a pergunta mais importante não seja quem interveio, e sim por que um país chega ao ponto de
precisar ser discutido nesses termos.
Leia mais (01/05/2026 - 16h44)