O historiador
Boris Fausto contestou a tese da "ditadura do relativismo" defendida pelo cardeal Joseph Ratzinger, então recém-eleito
papa Bento 16. Em 2005, Fausto publicou na
Folha uma defesa do pluralismo democrático: "Na verdade, dentre as ameaças que rondam o mundo atual não se encontra a chamada 'ditadura do relativismo'. Encontram-se, sim, as visões fundamentalistas".
Leia mais (01/06/2026 - 04h00)