Quando a
Groenlândia for invadida pelos americanos por ser essencial à sua segurança, talvez lembremos da noção de integridade territorial. Quando
Putin decidir capturar e prender
Zelenski, talvez lembremos das regras sobre imunidade de chefe de Estado e prisioneiros de guerra. Quando a
China decidir controlar de vez Taiwan e tomar para si a indústria de chips, talvez lembremos da autodeterminação. Quando a
França decidir controlar a
Amazônia Legal para conter o narcotráfico, talvez lembremos da proibição da força exceto em autodefesa ou via Conselho de Segurança da
ONU.
Leia mais (01/07/2026 - 22h00)