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"Presos" na Bolívia, motociclistas de MS pagam R$ 15 por litro de gasolina

Grupo formado por cinco motociclistas de Mato Grosso do Sul, que realizava uma expedição por países da América do Sul, enfrentou desmoronamento de terra na estrada de Purmamarca, na Argentina, e passou por dificuldades com falta de combustível ao chegar à Bolívia. O relato foi compartilhado com o Campo Grande News  na tarde deste sábado (10). A administradora Lígia Cubilla, de 43 anos, contou que o grupo integra o motoclube Bodes do Asfalto e passou por Paraguai, Bolívia, Chile e Argentina nas últimas semanas, somando 6.430 quilômetros rodados. Ao visitar o Salar de Uyuni, principal ponto turístico boliviano, os motociclistas descobriram que, após a mudança de governo, a região passou a ser abastecida com combustível apenas uma vez por semana. Segundo ela, além da escassez, outro fator que dificultou a viagem foi a restrição imposta a estrangeiros. Apenas alguns postos estão autorizados a vender gasolina para quem não é boliviano. “Em Uyuni, o combustível chega só na sexta-feira e, muitas vezes, quem está lá não consegue abastecer. É preciso ficar dois ou três dias sem conseguir se deslocar”, relatou. Em dezembro do ano passado, o novo presidente da Bolívia determinou o fim do subsídio da gasolina, vigente há cerca de 20 anos, o que desencadeou protestos e bloqueios em rodovias. Com o aumento do preço para a população local, a revenda também acabou encarecendo. “Precisamos buscar ajuda e conseguimos comprar combustível de forma clandestina, com pessoas que retiram do próprio carro para vender ao estrangeiro. Pagamos uma fortuna, entre R$ 12 e R$ 15 o litro. É muito perrengue”, afirmou. “Precisamos buscar ajuda e conseguimos comprar combustível de forma clandestina, com pessoas que retiram do próprio carro para vender ao estrangeiro. Pagamos uma fortuna, entre R$ 12 e R$ 15 o litro. É muito perrengue”, afirmou. Para conseguir seguir viagem e escapar dos bloqueios, o grupo precisou alterar a rota. “Está muito complicado viajar dentro da Bolívia por causa dessa tensão. É difícil encontrar postos, água, lanchonetes ou restaurantes. Não há infraestrutura nessa rota mais ao norte do país”, completou. Outro susto foi enfrentado na Argentina, quando os motociclistas trafegavam próximo a Purmamarca e uma colina desmoronou em razão das chuvas. Segundo Lígia, a enxurrada foi tão forte que a água chegou a passar por cima da rodovia. “Tivemos que esperar a chuva cessar e a retirada das pedras para conseguir seguir viagem”, contou. Durante a semana, o Campo Grande News  mostrou a situação de outros grupos de sul-mato-grossenses retidos na Bolívia por conta dos bloqueios iniciados no dia 6. Um deles acompanha a douradense Janaína Mello, de 30 anos, e outras sete pessoas, que precisaram caminhar de Tiwanaku até La Paz. Neste sábado, ela informou que, apesar de terem chegado à capital, não há voos nem ônibus para retorno ao Brasil. Outro grupo que está preso em La Paz acompanha o empresário Wésner Vargas, de 38 anos. Ele contou que foi com a família em uma excursão que tinha como destino final Machu Picchu, no Peru. No entanto, o sonho foi interrompido devido aos bloqueios, e a família está há quatro dias na Capital da Bolívia sem previsão de conseguir retornar ao país. Hoje ele contou ao Campo Grande News que precisou trocar de hostel, e que os protestos tomaram proporções maiores. Outro grupo está em La Paz com o empresário Wésner Vargas, de 38 anos, que viajava com a família em uma excursão com destino final a Machu Picchu, no Peru. A viagem foi interrompida pelos bloqueios, e a família permanece há quatro dias na capital boliviana, sem previsão de retorno. Neste sábado, ele relatou que precisou trocar de hospedagem e que os protestos se intensificaram. Segundo o portal boliviano Unitel, o país registrava 57 pontos de bloqueio nas rodovias neste sábado, sendo 26 no departamento de La Paz. O inspetor-geral da polícia boliviana, Gunder Agudo, informou que operações foram organizadas para intervir nas interdições feitas por manifestantes. Os protestos tiveram início em dezembro, após o governo anunciar o fim do subsídio aos combustíveis, além de medidas que incluem a proibição de novas contratações no serviço público e a adoção da livre negociação entre patrões e trabalhadores.

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