Em dois artigos no fim do ano (25 e 26/12), perguntei-me
por que as pessoas fumam e por que é tão difícil parar.
Escrevi que, por ter aprendido como se dá a dependência, concluí que o "prazer de fumar" não existe -é só a satisfação da fissura provocada pelo próprio cigarro- e que fora feito de idiota pelos 37 anos em que acreditei estar fumando por prazer. Contei que, em janeiro de 2005, decidi que tentaria parar e, por conhecer como se dá a abstinência, sabia como seria difícil: meu organismo, surpreendido pelo corte da nicotina, iria me infernizar para que eu voltasse a supri-lo.
Leia mais (01/18/2026 - 08h00)