Eu já fui viciada em
BBB, mas há anos não acompanho o programa, pelo menos não por livre e espontânea vontade. Se lá em 2000, quando o Big Brother foi ao ar pela primeira vez no Brasil, bastava desligar a televisão para ficar alheio ao que acontecia na "casa mais vigiada do Brasil". Hoje, feliz ou infelizmente, as redes sociais não me permitem mais o completo alienamento dos barracos e confusões que rolam por ali.
Leia mais (01/20/2026 - 15h25)