A invasão americana à
Venezuela e a
captura de Maduro são vendidas como um
episódio de ordem, soberania, segurança e/ou democracia. Mas
isso é a superfície. No centro da disputa está o
petróleo, velho conhecido da geopolítica do medo. Quando grandes potências se movimentam, não é apenas um governo que cai ou se rearranja. É o
mercado energético global que se reacomoda, pressionando países vizinhos a
responderem com mais extração, mais concessões e menos cuidado. E o Brasil
não está fora desse tabuleiro.
Leia mais (01/22/2026 - 04h00)