Mesmo em um ambiente de desaceleração inflacionária e de afrouxamento da política monetária global, o Brasil segue com suas taxas de
juros reais de longo prazo entre as mais altas do mundo -próximas, inclusive, dos patamares mais elevados da sua própria série histórica. O problema tem relação com o contexto global, mas suas raízes estão, sobretudo, em fatores domésticos, em especial a dinâmica fiscal.
Leia mais (01/22/2026 - 11h37)