De manhã bem cedo, o helicóptero sobrevoa a
favela. As rajadas de fuzil acordam quem ainda tenta dormir. Essa cena, repetida cotidianamente em centenas de favelas e comunidades, aparece nas manchetes como mais um episódio da crônica policial. Mas precisamos falar da
doença que nasce do medo, da
violência cotidiana, da sensação permanente de que a vida pode acabar a qualquer momento.
Leia mais (01/28/2026 - 22h00)