Maio de 1996, Chicago. A moça e o rapaz esperavam um ônibus que não havia meio de chegar. Teriam anotado direito o número? Depois de uns 20 minutos no ponto -tiritando naquele início de primavera, gelado para os padrões tropicais de ambos- e inseguros no país estranho, resolvem apelar para o guarda de trânsito: o ponto era aquele mesmo, a linha não tinha muitos carros. Só isso. Ou quase.
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