Eu já estava curada havia um tempo quando o
Grammy estragou tudo. Voltei a sonhar com
Bad Bunny em trajes menores. Na projeção cinematográfica do meu inconsciente, o artista se apresenta exatamente como
fez no comercial de cuecas de 2025. Acordada, eu devo ter assistido a essa obra-prima da publicidade e do erotismo umas 200 mil vezes. Nem sempre o capitalismo está errado.
Leia mais (02/05/2026 - 20h59)