Há duas músicas concorrendo pelo crédito de primeira música da história. A mais antiga, sem dúvida, é o Hino Hurrita 6. Foi escrita e teve sua notação musical aproximadamente 1.400 anos antes de Cristo na Síria. Sua reprodução é encontrada na internet. É uma ode à deusa chamada Nikkal. O apaixonado grego. Um epitáfio em um túmulo grego em mármore, onde um viúvo escreveu palavras e deixou indicações melódicas em um hino de amor para sua esposa recentemente falecida. Essa é a música que concorre com o Hurrita 6 dos sírios. Ele, chamava-se Siquilio. Ela era Euterpe. Escreveu o grego: “Enquanto viveres, brilha. E o tempo cobra seu tributo…. brilha enquanto vives. Enquanto viveres, brilha!“. A dúvida mora no coração. Mas, se não resta dúvida quanto à idade mais antiga do Hurrita 6, onde mora a dúvida? Na paixão, apenas no coração dos apaixonados. Eles não admitem que um hino a uma deusa seja a primeira música. Para eles, a música apaixonada de Siquilio é a primeira a não tratar de deuses, heróis e reis. Trata de algo mais importante: o amor! O primeiro sucesso musical. “Marylou” foi o primeiro hit , um sucesso árabe, que correu o mundo antigo. Uma ode ao primeiro país colonizado pelos muçulmanos da Arabia Saudita que colonizaram o Egito, o primeiro país conquistado pelos povos das proximidades de Meca. Foi cantada em pelo menos seis línguas diferentes, inclusive ocidentais, como o italiano, mais de 600 anos depois de Cristo. De alguma maneira sobreviveu ao período medieval e chegou à Califórnia no século passado, tornando-se um twist, um hit mais uma vez. Não há relação alguma com a música “Marylou", da banda brasileira Ultraje à Rigor. “Miserlou”, que originou o “Marylou“, era uma forma carinhosa de chamar uma jovem egípcia ou egipciazinha.