Em um futuro distópico, sob um governo autoritário, um homem é contratado para ler romances. Com uma condição: não pode gostar deles. Quanto mais odiar os livros, melhor. É, afinal, um cargo de
censor e seu trabalho é proibir -e queimar- qualquer obra que contrarie o regime. Em especial, o censor tem de coibir qualquer uso da imaginação.
Leia mais (02/06/2026 - 17h00)