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Colômbia talvez seja um dos poucos países da região que ainda mantém algo raro: um centro político real e intelectualmente estruturado. Nomes como Sergio Fajardo -ex-prefeito de
Medellín que, com obras urbanísticas, tirou a cidade do ranking das mais violentas do mundo-, Claudia López -ex-prefeita de
Bogotá, gay e feminista- e Juan Manuel Galán -filho de um ex-candidato que
Pablo Escobar mandou assassinar- são apenas alguns exemplos.
Leia mais (02/07/2026 - 22h00)