Não pegou nada bem. A
última Bienal de São Paulo, sob o comando do camaronês
Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, irritou público e crítica com uma postura um tanto arrogante de sua direção artística, que decidiu esconder os nomes dos artistas e o contexto em que seus trabalhos foram criados na montagem das obras no pavilhão desenhado por
Oscar Niemeyer no parque Ibirapuera.
Leia mais (02/18/2026 - 23h00)