Foi na
pandemia da Covid-19, em 2020, que Ronaldo Valim de Oliveira, 73, percebeu o ressurgimento do negócio que mantém aberto há 35 anos. Ele esboça um sorriso quando é questionado como é possível seguir com um comércio de restauração e venda de
máquinas de escrever.
Leia mais (02/21/2026 - 15h00)