Gugu é um menino de 11 anos cheio de talentos. Bom de bola e bom de brilho. O brilho é metafórico e literal. Ele joga bem futebol, é audaz, inteligente, tem jogo de cintura. E tem jogo na cintura, dança e se maquia com a beleza de não ter vergonha de ser livre. Mas o mundo -a começar pela família- rapidamente vai lembrá-lo de que nada é para sempre (especialmente a felicidade, mas tampouco a tristeza), que entre ser e parecer pode existir um abismo e que nem todos conseguem atravessá-lo.
Leia mais (02/27/2026 - 09h00)