O avanço da
medicina de precisão e das terapias gênicas colocou o Brasil diante de um paradoxo: ao mesmo tempo em que a
ciência agora permite tratar a causa de uma série de doenças raras em vez de apenas mitigar sintomas, permanecem barreiras de acesso a essas inovações -como uma estrutura regulatória que, para especialistas, não acompanha a urgência dos pacientes.
Leia mais (02/27/2026 - 23h00)