Bandeiras de diversos países, costuradas de forma precária por jovens camaronenses, erguem-se em grandes telas no espaço expositivo. Em outra sala, postes de eletricidade com fios expostos se emaranham entre ordem e gambiarra. Ao reunir esses trabalhos em salas sob os títulos "Conferência de Yalta" e "Conferência de São Francisco", respectivamente, o artista camaronês
Pascale Marthine Tayou evoca marcos diplomáticos pós-guerra para tensionar debates sobre território, conflito e insurgência em sua primeira grande exposição institucional no Brasil, na
Pinacoteca de São Paulo.
Leia mais (03/07/2026 - 04h00)