Em breve,
Donald Trump tocará o sino de encerramento de sua guerra contra o
Irã. Esse momento terá menos a ver com o cumprimento de sua missão (seja lá o que isso signifique) do que com quanta dor ele consegue suportar. Podemos presumir com segurança que o limiar de dor do Irã é mais alto que o dele. Trump, ainda assim,
apresentará sua saída como uma vitória. O Irã terá todo incentivo para garantir que ninguém acredite nele. Esse é o cerne de seu dilema autoinfligido.
Leia mais (03/12/2026 - 06h00)