Um trabalhador rural é convidado por um recrutador para trabalhar durante a colheita de
café em uma fazenda de Minas Gerais. Ele receberá por produtividade, o que deve lhe render uma boa remuneração em apenas poucos meses de colheita. Na esperança de conseguir trazer um bom dinheiro na volta para casa, ele aceita. Após dias de viagem de ônibus, percebe que o cafezal está pouco produtivo, que vai ter que comprar o próprio equipamento e que a dívida começa antes de colher um único grão. Terá que trabalhar na roça do nascer ao pôr do sol e, em vez de somar dinheiro, acumula dívidas.
Leia mais (03/24/2026 - 04h00)