A resolução da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que reconhece o tráfico de escravos como o crime mais grave da história evidencia uma crescente pressão dos países do Sul Global por justiça histórica, afirmou à Sputnik Galí Monastiriova, presidente da Associação para a Cooperação Econômica com os Países Africanos.