Em
artigo publicado nesta
Folha ( "O incinerador e o racismo ambiental", 28/3), a colunista
Txai Suruí, coordenadora da Associação de Defesa Etnoambiental ? Kanindé, no exercício legítimo do direito de opinião, aborda de maneira equivocada o projeto do
Ecoparque Bandeirantes: simplifica a definição do complexo como sendo um "incinerador de lixo", quando é muito mais avançado do que isso; diz que a unidade compete com materiais recicláveis, o que não procede; e ignora a nova
tecnologia, citando consequências ambientais anacrônicas.
Leia mais (03/30/2026 - 08h00)