“Pode ser impressão, mas escuto uma sanfona chorando nesse momento em algum lugar. Talvez seja dentro de mim mesmo. Talvez seja uma sanfona que toca em algum recanto da minha infância, em alguma gaveta da minha memória, lá pras bandas do “Pegavoante. Deve ser Zé de Manu que parte, puxando o fole uma última vez, “balançando o coração no balanço da sanfona’.
Por *Joan Edesson de Oliveira