IAs são ferramentas ótimas, mas não para substituir um sacerdote
O argumento é que essas ferramentas permitem assistir mais pessoas. Mas até que ponto essa suposta otimização compromete a própria essência do cuidado que um líder religioso oferece aos seus fiéis? Falo como pastor, mas penso que o dilema seja comum a todas as religiões.
Uma reportagem publicada recentemente pelo New York Times apresentou a experiência de Justin Lester, pastor da Friendship Baptist Church, na Califórnia. Lester criou um avatar de inteligência artificial alimentado com cerca de dois milhões de palavras extraídas de seus sermões, leituras e correspondências. Leia mais (08/12/2026 - 07h00)