Especialmente em momentos de polarização afetiva, esperamos o pior de nossos semelhantes. Tentando ver o lado menos lúgubre das coisas, acho que dá para afirmar que humanos não somos tão maus quanto hoje pode parecer. Como espécie, somos cooperativos. Nosso impulso inicial é o de colaborar com o próximo, mas também não somos trouxas. Deixamos de cooperar a partir do instante que o próximo dá sinais de que não é um parceiro confiável. Faz sentido que seja assim. Se fôssemos seres totalmente egoístas e perfeitamente racionais, sempre empenhados em maximizar ganhos, não teríamos ido muito além do Pleistoceno.
Leia mais (10/17/2026 - 14h00)