Na primeira noite da Flip, passados os usuais show e
palestra de abertura, fui escorregar junto com uma amiga carioca nas pedras típicas de Paraty em busca de alguma cozinha ainda aberta. Um risotinho de funghi, delirava Monique, de bota molhada e braço apoiado no meu, duas senhoras bambas pelas ruas traiçoeiras da cidade.
Leia mais (07/11/2019 - 17h50)