O advogado do
homem negro de 32 anos que teve os pés e as mãos amarrados por PMs após furtar duas caixas de bombons no valor de R$ 30 de um mercado na Vila Mariana, zona sul de
São Paulo, classificou o crime como famélico, ou seja, para se alimentar e não na intenção de vender os produtos.
Leia mais (06/08/2023 - 17h50)