Não é tarefa simples transformar grandes projetos de
saneamento em maus negócios. Mundo afora, esses contratos costumam ser bons para o concessionário e -o que mais importa- para usuários e poder público. O desenho é elegante: o desejo egoístico de lucrar leva o concessionário a cumprir o contrato com maestria, e desse esforço resultam, de soslaio, enormes benefícios coletivos. No Brasil, porém, uma combinação de interesses e imperícias vem subvertendo essa lógica.
Leia mais (05/20/2026 - 07h00)