O Brasil não chega como favorito. Simples. Não fizemos um bom ciclo -nem em resultados, nem em desempenho. Nossos principais jogadores não conseguiram encaixar e formar uma equipe. Há esperança e também desconfiança de que
Neymar chegue a tempo de nos salvar. O Brasil não é favorito, mas tampouco é azarão. Chegaremos em um bolo de seleções incompletas, em um torneio de oito jogos, sendo cinco mata-matas, que permitirá surpresas e times de ocasião chegando longe.
Leia mais (06/03/2026 - 19h51)