"Lugar de
mulher é em casa, cuidando do marido e dos filhos? É submissão, obediência? Obrigação da mulher casada." Essas palavras foram escritas, e enviadas por mensagem, por um tenente-coronel da
Polícia Militar de São Paulo à própria mulher, a
soldado Gisele Alves Santana, 32 anos. Em fevereiro,
Gisele foi encontrada morta no apartamento do casal com um tiro de pistola na têmpora.
Entre as frases e o desfecho do caso, existe uma lacuna que o direito brasileiro ainda não sabe preencher. Ele sabe enquadrar o ato final:
feminicídio, crime desde 2015. Mas tem dificuldade em
classificar tudo o que vem antes.
Leia mais (07/21/2026 - 22h00)