De Curitiba, no Paraná, uma psicóloga abre a câmera de seu computador para atender brasileiros que foram lutar na Guerra da
Ucrânia. Eles estão desabando, nas palavras dela, com muito medo de morrer. Relatam, de forma crua, situações de extrema violência, da devastação dos corpos.
Leia mais (07/25/2026 - 23h00)