É possível gostar muito de um filme e, ao mesmo tempo, ter raiva dele. É mais ou menos essa a sensação deixada por "Joie de Vivre", o enorme documentário de
Luca Guadagnino sobre
Bernardo Bertolucci que estreou em
Veneza. São sete horas e quinze minutos -divididos em duas sessões, uma de quase três horas e meia, outra de quatro. É profundo, apaixonado e, especialmente, muito bem pesquisado. Mas ninguém merece ficar sentado tanto tempo.
Leia mais (09/20/2026 - 04h00)